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A Cunha Braga iniciou suas atividades executando obras com utilização de fôrmas deslizantes, importante sistema de concretagem, principalmente de paredes verticais, onde se tornou uma das principais empresas a atuar nesta área em toda a América Latina.
Além de silos, pilares para pontes e viadutos, reservatórios de água, poços de elevadores e outras estruturas, especializou-se na execução de chaminés para emissão de gases, tornando-se a maior construtora deste tipo de obra no Brasil, tendo também executado algumas no exterior.
Metodologia Executiva
Etapas Preliminares:
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Instalação de Canteiros
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O canteiro de serviços compreende todas as instalações provisórias montadas junto à área a ser edificada, com a finalidade de garantir condições adequadas de trabalho, abrigo, segurança e higiene a todos os elementos envolvidos, direta e indiretamente, na realização da obra, além dos equipamentos e elementos necessários à construção e administração, a saber:
• Alojamento.
• Escritório técnico e administrativo.
• Almoxarifado.
• Escritório para mestres e encarregados.
• Sanitário e Vestiário.
• Refeitório.
• Bancadas de aço e carpintaria.
• Área de estoque de agregados e cimento.
• Instalações provisórias de água, força, esgôto e iluminação.
O dimensionamento destas construções provisórias é feito para cada obra dependendo de suas particularidades e características. Atualmente os alojamentos em sua maioria são externos às obras.
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Limpeza de Terrenos |
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Sempre que as condições locais exigirem, os trabalhos relativos à implantação geral da obra serão precedidos pela limpeza do terreno como roçada, capina, remoção de terra ou entulho depositado.
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Locação de Obras |
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| Os trabalhos de locação deverão ser feitos por profissionais experientes, de acordo com a complexidade apresentada em cada caso e com instrumentos e métodos adequados, de modo a proporcionarem resultados satisfatórios, dentro dos limites de precisão aceitáveis pelas normas usuais de construção e necessidade de construção. Na construção de gabaritos de madeira para locação de obra, as peças horizontais serão perfeitamente niveladas e todo o conjunto será convenientemente fixado e travado, de modo a resistir às tensões produzidas pelos fios de marcação, sem apresentar oscilações passíveis de lhes permitir fugas de posição. |
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As empresas de bancos de dados não podem prestar informações sobre a existência de ações de execução, inclusive execuções fiscais, que tenham sido ajuizadas há mais de 05 (cinco) anos, por força do artigo 43, § 1º da Lei nº 8.078/90. É importante frisar que principalmente as ações de execução fiscal, na maioria dos casos, levam muito mais de 05 anos para se extinguirem.
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Etapas Construtivas:
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Fundações
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As fundações previstas deverão ter todos o seus elementos executados rigorosamente de acordo com o projeto previamente aprovado pela fiscalização incluindo-se as escavações. Faz-se necessário a presença de Consultoria de Solos no acompanhamento de tais fundações.
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Estruturas |
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| A execução das estruturas em geral, bem como os materiais aplicados e seu manuseio, obedecerá, além das normas estabelecidas no projeto aprovado, especificações e padronizações da ABNT, e outras que necessitam de ser atendidas.
Caberá à CUNHA BRAGA total responsabilidade pela boa execução da estrutura, pela resistência e estabilidade de todos os elementos estruturais por ela executados, direta ou indiretamente, dentro de seu escopo de serviços. |
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Concreto |
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Elementos componentes e seu armazenamento.
O cimento a ser utilizado será do tipo denominado cimento PORTLAND comum (CP), classe 320, que satisfaça as exigências da EB-1/77 da ABNT, no que diz respeito à resistência, finura, pega, etc., e que seja, sempre que possível, de uma única procedência. Na execução do concreto aparente, o cimento utilizado será obrigatoriamente de uma única procedência, de modo que sejam evitadas variações de coloração e textura que possam comprometer o aspecto arquitetônico da obra.
Todo o cimento será armazenado em local seco, ventilado e suficientemente protegido das intempéries e de outros elementos nocivos às suas características intrínsecas. |
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Aço |
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Os aços estruturais, a serem utilizados na execução do concreto armado, atenderão integralmente as especificações da ABNT, especialmente a EB-3/80. Todas as barras de aço estrutural serão convenientemente armazenadas, especialmente quando sua utilização não for imediata, separadas em feixes de mesmo tipo e bitola com as respectivas etiquetas de identificação, apoiados sobre cavaletes de madeira convenientemente espaçados e, sempre que necessário, protegidos das intempéries, e demais agentes nocivos, por meio de lonas impermeáveis, ou outros artifícios que garantam níveis mínimos de oxidação durante o tempo de armazenamento no canteiro.
Não serão utilizadas barras de aço estrutural que, visualmente, apresentem níveis inaceitáveis de oxidação, a menos que sejam submetidas a testes laboratoriais, que permitam sua utilização, porém submetendo todas essas barras a uma criteriosa limpeza superficial que lhes assegure a aderência. A execução das armaduras será feita rigorosamente de acôrdo com as determinações do respectivo projeto complementar, no que diz respeito à posição, bitola, dobramento e recobrimento das barras, respeitados os limites de tolerância estabelecidos pela NB-1/78.
O corte e dobramento de barras de aço estrutural, sempre que possível, serão feitos a frio e com instrumentos compatíveis com as bitolas e com as necessidades específicas de cada serviço, de modo a resultarem peças com comprimentos e raios de curvatura rigorosamente de acôrdo com as determinações do projeto.
Não é admitido em hipótese alguma o aquecimento de barras de aço estrutural, quando se tratar de aços encruados, classe B (CA-50 B, CA-60 B, etc.). Só serão permitidas emendas de aço estrutural previstas em projeto e executadas estritamente de acordo com os métodos estabelecidos pela NB-1/78, para esse tipo de serviço.
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Fôrmas Deslizantes |
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Quando optar pelas fôrmas deslizantes para realização de sua obra?
Se você quiser executar um reservatório elevado ou enterrado de água, revestimento de poços, um muro de arrimo, chaminés de dispersão de gases ou de equilibrio, silos de armazenamento em geral com uma ou mais células, pilares de pontes ou viadutos, poços de escadas ou elevadores, você pode optar pela escolha do uso de fôrmas deslizantes.
Basta que o projeto destas estruturas sejam adaptados para este processo. Com certeza você terá a execução desta estrutura rápida, otimizada, de excelente qualidade, com baixo custo, com aspecto visual uniforme, sem juntas de concretagem e comprovadamente segura. Se você quiser mais algumas informações básicas sobre o processo, procure a resposta às suas duvidas tanto neste site, como em nossos escritórios. Estaremos à sua disposição para isso.
A Fôrma Deslizante a ser utilizada na execução da estrutura será composta por:
- Painéis |
Os painéis internos e externos serão metálicos ou de madeira. Quando de madeira, serão de sarrafo tipo "macho e fêmea", com altura média de 1,30 m, chapeados e enrijecidos por cambotas duplas horizontais de pranchas 2" x 12" aparafusadas, sendo tal camboteamento disposto em duas linhas. Os painéis são montados em comprimentos médios de 2,50 m sendo unidos uns aos outros através de chaves aparafusadas.
Os painéis metálicos serão utilizados principalmente e/ou obrigatoriamente quando houver variação nas espessuras das paredes ou variação de dimensão a seção que está sendo deslizada. |
- Cavaletes Metálicos |
Os cavaletes são compostos por perfis metálicos verticais fixados horizontalmente por longarinas metálicas, tendo como função o seguinte:
- solidarização e enrijecimento dos painéis internos e externos da fôrma;
- absorção dos esforços horizontais provocados pelo empuxo do concreto;
- absorção dos esforços verticais existentes (peso próprio, cargas acidentais e força de atrito provocada pelo deslizamento);
- apoio dos macacos hidráulicos. |
- Plataforma de Trabalho |
Na fôrma deslizante estão instaladas as seguintes plataformas de trabalho:
- plataforma ao nível da fôrma deslizante interna e externa instalada na parte superior do painel interno utilizada para distribuição, lançamento e adensamento do concreto, colocação da ferragem interna e peças embutidas no concreto;
- plataforma inferior (interna e externa) instalada abaixo da fôrma deslizante para acabamento das paredes deslizadas. |
- Equipamento Hidráulico |
O equipamento hidráulico é composto por um conjunto de bombas, macacos hidráulicos, mangueiras de alta pressão e barrões metálicos, devidamente dimensionados para deslizamento da fôrma, sendo que, tal equipamento está posicionado no nível da fôrma deslizante. |
- Montagem da Fôrma Deslizante |
De uma forma geral, a montagem da fôrma deslizante obedecerá a seguinte seqüência:
- posicionamento dos painéis internos;
- posicionamento dos cavaletes metálicos internos;
- colocação da ferragem horizontal até a cota dos painéis da fôrma deslizante;
- posicionamento dos painéis externos;
- colocação dos andaimes metálicos internos e externos;
- confecção dos assoalhos das plataformas de trabalho (plataformas de nível da fôrma deslizante);
- montagem do equipamento hidráulico;
- montagem do quadro de luz e força com as respectivas linhas de distribuição;
- montagem de um elevador para transporte vertical de material e pessoal.
- testes dos equipamentos hidráulicos, instalações elétricas e elevadores. |
- Levantamento da Fôrma Deslizante |
Após a montagem da fôrma deslizante conforme características do projeto, verificação de todos os equipamentos a serem utilizados e, atestada a presença do pessoal previamente dimensionado e qualificado, poderemos dar início a concretagem das paredes da estrutura.
O pessoal dimensionado desempenhará simultaneamente durante o deslizamento da estrutura as atividades de:
· elaboração do concreto (caso seja executado na obra);
· transporte horizontal e vertical do concreto e do aço já cortado e dobrado;
· lançamento e adensamento do concreto;
· colocação de armaduras;
· colocação dos inserts metálicos e "block-outs";
· levantamento da forma deslizante;
· verificação ininterrupta dos níveis e prumos da fôrma e estrutura;
· acabamento da estrutura recém desformada
· cura química ou com água; |
- Transporte Vertical |
O transporte vertical de materiais será efetuado com a utilização de elevadores de cabine coberta com capacidade e dimensões compatíveis aos serviços a serem executados, montados internamente ou externamente à estrutura de concreto e atenderá plenamente a NR-18.
Também, um elevador ou escada apropriada ao transporte de pessoal, será montado totalmente adaptado às normas acima especificadas. |
- Concreto |
O abastecimento de concreto até a cota da fôrma deslizante será efetuado através dos elevadores de materiais ou de outros equipamentos previamente dimensionados que abastecerão silos ou jericas de concreto para sua distribuição horizontal. Essa distribuição deverá ser uniforme e contínua, ao longo de todo o perímetro da fôrma deslizante, em camadas inferiores a vinte centímetros. Seu adensamento se fará por intermédio de vibradores de imersão , distribuídos ao longo do perímetro da fôrma e em número suficiente para cumprir tal atividade.
A produtividade média de uma fôrma deslizante será de 0,20 m por hora e isto determinará o volume de concreto/hora necessário. O acabamento do concreto deslizado será efetuado pelas plataformas inferiores com a utilização de desempenadeiras de espuma ou feltro. |
- Armação |
O transporte da armação até a cota da fôrma deslizante será efetuado através do elevador de materiais externo e de guinchos tipo Velox ou similar, distribuidos ao longo do perímetro da fôrma. A ferragem vertical não deverá exceder a meia barra (aproximadamente = 6,00 m)
De uma forma geral, tanto a ferragem horizontal como a vertical deverão ser desprovidas de ganchos em suas extremidades. Aconselha-se que os transpasses verticais sejam alternados eliminando-se possíveis interrupções causadas pela grande quantidade de emendas na mesma cota.
Ao longo do perímetro interno e externo da fôrma deslizante, serão distribuídas peças metálicas, responsáveis pela manutenção do recobrimento da ferragem previsto em projeto, denominados "espaçadores de ferragem". |
- Colocação de Inserts |
Caso existam "block-out" ou "inserts" a serem colocados nas paredes deslizadas, estes deverão estar prontos antes do início da concretagem.
Deverá ser elaborada uma relação com todas as peças embutidas, com as respectivas cotas e posições relativas , o que evitará seu esquecimento ou erro na colocação.
Todos os "block-out" ou "inserts" deverão ser no mínimo três centímetros menores que a parede deslizada, o que evitará o encosto dos mesmos nas paredes da fôrma e seu conseqüente arrastamento e seu deslocamento de sua correta posição. |
- Controle da Verticalidade |
O controle da verticalidade será efetuado por intermédio de equipamentos de topografia ou laser , com verificações constantes e diuturnas. Tal controle será efetuado durante todo o deslizamento das paredes.
Constatado qualquer desvio da verticalidade, tal fato será comunicado ao encarregado da fôrma deslizante, que providenciará a sua correção imediata, através dos dispositivos existentes no equipamento hidráulico. |
- Deslizamento |
Após o enchimento das paredes, nivelaremos rigorosamente a fôrma deslizante, através da utilização de mangueira de nível ou laser e do equipamento hidráulico. Através de uma central hidráulica serão acionados simultaneamente todos os macacos, que são divididos em circuitos independentes, elevando-se todo o conjunto em até trinta milímetros.
A velocidade da fôrma deslizante dependerá do bom desempenho comum de todas as atividades, bem como da temperatura ambiente, das condições meteorológicas e do traço do concreto utilizado.
O sucesso do deslizamento de uma estrutura dependerá da qualidade da fôrma, da perfeição de sua montagem e do bom entrosamento das equipes de trabalho.
Todas estas etapas serão comandadas por pessoal técnico de qualidade e de grande experiência. |
- Desmontagem da Fôrma Deslizante |
Atingida a cota do término da concretagem, procederemos ao deslizamento da fôrma vazia adotando-se posteriormente a seguinte seqüência de trabalho:
- execução de uma plataforma de ligação entre os elevadores externos e à estrutura de concreto;
- execução de uma plataforma de trabalho internamente à estrutura de concreto;
- remoção das instalações elétricas;
- travamento da fôrma deslizante;
- remoção das plataformas de trabalho interna e externa;
- remoção dos painéis da fôrma deslizante;
- remoção dos cavaletes metálicos;
- remoção dos barrões e acabamento da face superior do concreto;
- desmontagem da plataforma de trabalho interna;
- desmontagem da plataforma de ligação;
- desmontagem dos elevadores de material e/ou pessoal. |
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